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Não é com vinagre que se apanham moscas.
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domingo, 9 de dezembro de 2012
sexta-feira, 16 de março de 2012
quinta-feira, 15 de março de 2012
Aprendiz de feiticeiro
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Aprendi quando criança que - além de tudo - balança esse nosso mundo cão
Aprendi que quem não dança já dançou na sua infância,
senão rock foi baião
Aprendi da importância de não dar muita importância,
ficar com os meus pés no chão
Aprendi que viver cansa, mesmo vivendo na França,
mesmo indo de avião
Aprendi que a desavença é porque sempre alguém pensa
que ninguém mais tem razão
Aprendiz de feiticeiro
Aprendiz de feiticeiro
Aprendi que tudo passa, tomando chá ou cachaça,
tomando champanhe ou não
Aprendi que a descrença, a desconfiança e a doença são partes da maldição
Aprendi que a ignorância, a sordidez e a ganância são lavas desse vulcão
Aprendi que essa fumaça a minha janela embaça (por fora; por dentro não)
Aprendi tetra depressa que a taça do mundo é nossa
e que São Paulo é o meu sertão.
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Aprendi quando criança que - além de tudo - balança esse nosso mundo cão
Aprendi que quem não dança já dançou na sua infância,
senão rock foi baião
Aprendi da importância de não dar muita importância,
ficar com os meus pés no chão
Aprendi que viver cansa, mesmo vivendo na França,
mesmo indo de avião
Aprendi que a desavença é porque sempre alguém pensa
que ninguém mais tem razão
Aprendiz de feiticeiro
Aprendiz de feiticeiro
Aprendi que tudo passa, tomando chá ou cachaça,
tomando champanhe ou não
Aprendi que a descrença, a desconfiança e a doença são partes da maldição
Aprendi que a ignorância, a sordidez e a ganância são lavas desse vulcão
Aprendi que essa fumaça a minha janela embaça (por fora; por dentro não)
Aprendi tetra depressa que a taça do mundo é nossa
e que São Paulo é o meu sertão.
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segunda-feira, 5 de março de 2012
Piada do Dia
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segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
Ventos de mudança
Quando esteve no Afeganistão, há 10 anos, a repórter Glória Maria constatou que as mulheres caminhavam sempre meio metro atrás dos seus maridos. Estando lá recentemente, ela observou que as mulheres passaram a caminhar à frente dos maridos, a pelo menos cinco metros de distância. Interessada na mudança, a jornalista rapidamente concluiu que importantes conquistas haviam ocorrido. Aproximou-se de uma mulher e disse, deslumbrada:
- Foram as minas terrestres...
- Que maravilha! Antigamente vocês caminhavam atrás de seus maridos, e agoram caminham à frente, gloriosas! Como vocês conquistaram esta vitória?
A mulher afegã respondeu:
- Foram as minas terrestres...
Agradecimentos a Jairo.
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
Citação do dia
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Lembrar que eu logo vou estar morto é a ferramenta mais importante que eu já encontrei pra me ajudar a fazer grandes escolhas na vida. Porque quase tudo – toda a expectativa exterior, todo o orgulho, todo o medo de dificuldades ou falhas – estas coisas simplesmente somem em face da morte, deixando apenas o que é realmente importante. Lembrar que você vai morrer é a melhor maneira que eu conheço para evitar a armadilha de achar que você tem algo a perder. Você já está nu. Não há razão para não seguir seu coração.
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terça-feira, 4 de outubro de 2011
sábado, 1 de outubro de 2011
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
terça-feira, 6 de setembro de 2011
sábado, 27 de agosto de 2011
Acidente de trânsito
O estrangeiro estava em Salvador, dirigindo um carro alugado, quando teve a infelicidade de bater no fundo de um outro carro. Saiu pra conversar com o motorista. Polido e sorridente, disse:
- Hello :)
O motorista respondeu:
- RALOU UMA CACETA, VÉI ! ESBAGAÇOU FOI A PORRA TODA!
- Hello :)
O motorista respondeu:
- RALOU UMA CACETA, VÉI ! ESBAGAÇOU FOI A PORRA TODA!
Agradecimentos a Cris.
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
Combustível de avião
Floro e Chico eram dois mecânicos de avião que trabalhavam no aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro. Cachaceiros de carteirinha, não perdiam a chance de derrubar umas e outras. Num fim de tarde, nada pra fazer, Chico disse:
-Eu também, emendou o Floro.
Os dois foram até o vestiário, mas a garrafa no armário estava vazia. Nessa altura, a vontade aumentou e então Chico sugeriu:
E o Floro:
E os dois detonaram perto de um litro. No dia seguinte, ao acordar, Chico ficou surpreso, pois estava se sentindo bem, sem ressaca. Nisso o telefone tocou; era o Floro, que perguntou:
- Tô inteirão. A coisa é boa pra cacete. Agora só tomo dela.
- É da boa mesmo, mas... me diga uma coisa... você já peidou hoje?
- Então se segura, porque eu tô ligando de Cuiabá!
-Tô seco pra tomar umas...
-Eu também, emendou o Floro.
Os dois foram até o vestiário, mas a garrafa no armário estava vazia. Nessa altura, a vontade aumentou e então Chico sugeriu:
- Que tal a gente experimentar combustível de avião?
E o Floro:
- Vamo lá, de repente esse troço é bom.
E os dois detonaram perto de um litro. No dia seguinte, ao acordar, Chico ficou surpreso, pois estava se sentindo bem, sem ressaca. Nisso o telefone tocou; era o Floro, que perguntou:
- Como você ta se sentindo?
- Tô inteirão. A coisa é boa pra cacete. Agora só tomo dela.
- É da boa mesmo, mas... me diga uma coisa... você já peidou hoje?
E o Floro:
- Não Por quê?
- Então se segura, porque eu tô ligando de Cuiabá!
Agradecimentos a Cecília.
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
Precipitou-se antecipadamente
Conta a lenda que...
Fernanda foi sozinha a uma festa na casa de um casal amigo em outra cidade, devendo retornar apenas no dia seguinte. O marido - Zeca - não a acompanhou, preferiu ver um jogo do seu time.
No dia seguinte, em seu escritório, Zeca recebeu um e-mail de um amigo. Este dizia:
"Você não imagina como a Fernanda se divertiu ontem. Segue uma foto."
Quando voltou para casa, Zeca não esperou que Fernanda falasse coisa alguma, e cobriu-a de porrada.
Fernanda foi sozinha a uma festa na casa de um casal amigo em outra cidade, devendo retornar apenas no dia seguinte. O marido - Zeca - não a acompanhou, preferiu ver um jogo do seu time.
No dia seguinte, em seu escritório, Zeca recebeu um e-mail de um amigo. Este dizia:
"Você não imagina como a Fernanda se divertiu ontem. Segue uma foto."
Quando voltou para casa, Zeca não esperou que Fernanda falasse coisa alguma, e cobriu-a de porrada.
No outro dia, de volta ao escritório, Zeca recebeu um outro e-mail do mesmo amigo:
terça-feira, 2 de agosto de 2011
segunda-feira, 18 de julho de 2011
Brasileiros supérfluos
Como a classe média alta brasileira é escrava do “alto padrão” dos supérfluos
Adriana Setti
No ano passado, meus pais (profissionais ultra-bem-sucedidos que decidiram reduzir o ritmo em tempo de aproveitar a vida com alegria e saúde) tomaram uma decisão surpreendente para um casal – muito enxuto, diga-se – de mais de 60 anos: alugaram o apartamento em um bairro nobre de São Paulo a um parente, enfiaram algumas peças de roupa na mala e embarcaram para Barcelona, onde meu irmão e eu moramos, para uma espécie de ano sabático.
Aqui na capital catalã, os dois alugaram um apartamento agradabilíssimo no bairro modernista do Eixample (mas com um terço do tamanho e um vigésimo do conforto do de São Paulo), com direito a limpeza de apenas algumas horas, uma vez por semana.
Com o passar de alguns meses, meus pais fizeram uma constatação que beirava o inacreditável: estavam gastando muito menos mensalmente para viver aqui do que gastavam no Brasil. Sendo que em São Paulo saíam para comer fora ou para algum programa cultural só de vez em quando (por causa do trânsito, dos problemas de segurança, etc), moravam em apartamento próprio e quase nunca viajavam.
Milagre? Não. O que acontece é que, ao contrário do que fazem a maioria dos pais, eles resolveram experimentar o modelo de vida dos filhos em benefício próprio. “Quero uma vida mais simples como a sua”, me disse um dia a minha mãe. Isso, nesse caso, significou deixar de lado o altíssimo padrão de vida de classe média alta paulistana para adotar, como “estagiários”, o padrão de vida – mais austero e justo – da classe média européia, da qual eu e meu irmão fazemos parte hoje em dia (eu há dez anos e ele, quatro). O dinheiro que “sobrou” aplicaram em coisas prazerosas e gratificantes.
Do outro lado do Atlântico, a coisa é bem diferente. A classe média européia não está acostumada com a moleza. Toda pessoa normal que se preze esfria a barriga no tanque e a esquenta no fogão, caminha até a padaria para comprar o seu próprio pão e enche o tanque de gasolina com as próprias mãos. É o preço que se paga por conviver com algo totalmente desconhecido no nosso país: a ausência do absurdo abismo social e, portanto, da mão de obra barata e disponível para qualquer necessidade do dia a dia.
Traduzindo essa teoria na experiência vivida por meus pais, eles reaprenderam (uma vez que nenhum deles vem de família rica, muito pelo contrário) a dar uma limpada na casa nos intervalos do dia da faxina, a usar o transporte público e as próprias pernas, a lavar a própria roupa, a não ter carro (e manobrista, e garagem, e seguro), enfim, a levar uma vida mais “sustentável”. Não doeu nada.
Uma vez de volta ao Brasil, eles simplificaram a estrutura que os cercava, cortaram uma lista enorme de itens supérfluos, reduziram assim os custos fixos e, mais leves, tornaram-se mais portáteis (este ano, por exemplo, passaram mais três meses por aqui, num apê ainda mais simples).
Por que estou contando isso a vocês? Porque o resultado desse experimento quase científico feito pelos pais é a prova concreta de uma teoria que defendo em muitas conversas com amigos brasileiros: o nababesco padrão de vida almejado por parte da classe média alta brasileira (que um europeu relutaria em adotar até por uma questão de princípios) acaba gerando stress, amarras e muita complicação como efeitos colaterais. E isso sem falar na questão moral e social da coisa.
Babás, empregadas, carro extra em São Paulo para o dia do rodízio (essa é de lascar!), casa na praia, móveis caríssimos e roupas de marca podem ser o sonho de qualquer um, claro (não é o meu, mas quem sou eu para discutir?). Só que, mesmo em quem se delicia com essas coisas, a obrigação auto-imposta de manter tudo isso – e administrar essa estrutura que acaba se tornando cada vez maior e complexa – acaba fazendo com que o conforto se transforme em escravidão sem que a “vítima” se dê conta disso. E tem muita gente que aceita qualquer contingência num emprego malfadado, apenas para não perder as mordomias da vida.
Alguns amigos paulistanos não se conformam com a quantidade de viagens que faço por ano (no último ano foram quatro meses – graças também, é claro, à minha vida de freelancer). “Você está milionária?”, me perguntam eles, que têm sofás (em L, óbvio) comprados na Alameda Gabriel Monteiro da Silva, TV LED último modelo e o carro do ano (enquanto mal têm tempo de usufruir tudo isso, de tanto que ralam para manter o padrão).
É muito mais simples do que parece. Limpo o meu próprio banheiro, não estou nem aí para roupas de marca e tenho algumas manchas no meu sofá baratex. Antes isso do que a escravidão de um padrão de vida que não traz felicidade. Ou, pelo menos, não a minha. Essa foi a maior lição que aprendi com os europeus — que viajam mais do que ninguém, são mestres na arte do savoir vivre e sabem muito bem como pilotar um fogão e uma vassoura.
PS: Não estou pregando a morte das empregadas domésticas – que precisam do emprego no Brasil –, a queima dos sofás em L e nem achando que o “modelo frugal europeu” funciona para todo mundo como receita de felicidade. Antes que alguém me acuse de tomar o comportamento de uma parcela da classe média alta paulistana como uma generalização sobre a sociedade brasileira, digo logo que, sim, esse texto se aplica ao pé da letra para um público bem específico. Também entendo perfeitamente que a vida não é tão “boa” para todos no Brasil, e que o “problema” que levanto aqui pode até soar ridículo para alguns – por ser menor. Minha intenção, com esse texto, é apenas tentar mostrar que a vida sempre pode ser menos complicada e mais racional do que imaginam as elites mal-acostumadas no Brasil.
Adriana Setti
No ano passado, meus pais (profissionais ultra-bem-sucedidos que decidiram reduzir o ritmo em tempo de aproveitar a vida com alegria e saúde) tomaram uma decisão surpreendente para um casal – muito enxuto, diga-se – de mais de 60 anos: alugaram o apartamento em um bairro nobre de São Paulo a um parente, enfiaram algumas peças de roupa na mala e embarcaram para Barcelona, onde meu irmão e eu moramos, para uma espécie de ano sabático.
Aqui na capital catalã, os dois alugaram um apartamento agradabilíssimo no bairro modernista do Eixample (mas com um terço do tamanho e um vigésimo do conforto do de São Paulo), com direito a limpeza de apenas algumas horas, uma vez por semana.
Como nunca cozinharam para si mesmos, saíam todos os dias para almoçar e/ou jantar. Com tempo de sobra, devoraram o calendário cultural da cidade: shows, peças de teatro, cinema e ópera quase diariamente. Também viajaram um pouco pela Espanha e a Europa. E tudo isso, muitas vezes, na companhia de filhos, genro, nora e amigos, a quem proporcionaram incontáveis jantares regados a vinhos.
Com o passar de alguns meses, meus pais fizeram uma constatação que beirava o inacreditável: estavam gastando muito menos mensalmente para viver aqui do que gastavam no Brasil. Sendo que em São Paulo saíam para comer fora ou para algum programa cultural só de vez em quando (por causa do trânsito, dos problemas de segurança, etc), moravam em apartamento próprio e quase nunca viajavam.
Milagre? Não. O que acontece é que, ao contrário do que fazem a maioria dos pais, eles resolveram experimentar o modelo de vida dos filhos em benefício próprio. “Quero uma vida mais simples como a sua”, me disse um dia a minha mãe. Isso, nesse caso, significou deixar de lado o altíssimo padrão de vida de classe média alta paulistana para adotar, como “estagiários”, o padrão de vida – mais austero e justo – da classe média européia, da qual eu e meu irmão fazemos parte hoje em dia (eu há dez anos e ele, quatro). O dinheiro que “sobrou” aplicaram em coisas prazerosas e gratificantes.
Do outro lado do Atlântico, a coisa é bem diferente. A classe média européia não está acostumada com a moleza. Toda pessoa normal que se preze esfria a barriga no tanque e a esquenta no fogão, caminha até a padaria para comprar o seu próprio pão e enche o tanque de gasolina com as próprias mãos. É o preço que se paga por conviver com algo totalmente desconhecido no nosso país: a ausência do absurdo abismo social e, portanto, da mão de obra barata e disponível para qualquer necessidade do dia a dia.
Traduzindo essa teoria na experiência vivida por meus pais, eles reaprenderam (uma vez que nenhum deles vem de família rica, muito pelo contrário) a dar uma limpada na casa nos intervalos do dia da faxina, a usar o transporte público e as próprias pernas, a lavar a própria roupa, a não ter carro (e manobrista, e garagem, e seguro), enfim, a levar uma vida mais “sustentável”. Não doeu nada.
Uma vez de volta ao Brasil, eles simplificaram a estrutura que os cercava, cortaram uma lista enorme de itens supérfluos, reduziram assim os custos fixos e, mais leves, tornaram-se mais portáteis (este ano, por exemplo, passaram mais três meses por aqui, num apê ainda mais simples).
Por que estou contando isso a vocês? Porque o resultado desse experimento quase científico feito pelos pais é a prova concreta de uma teoria que defendo em muitas conversas com amigos brasileiros: o nababesco padrão de vida almejado por parte da classe média alta brasileira (que um europeu relutaria em adotar até por uma questão de princípios) acaba gerando stress, amarras e muita complicação como efeitos colaterais. E isso sem falar na questão moral e social da coisa.
Babás, empregadas, carro extra em São Paulo para o dia do rodízio (essa é de lascar!), casa na praia, móveis caríssimos e roupas de marca podem ser o sonho de qualquer um, claro (não é o meu, mas quem sou eu para discutir?). Só que, mesmo em quem se delicia com essas coisas, a obrigação auto-imposta de manter tudo isso – e administrar essa estrutura que acaba se tornando cada vez maior e complexa – acaba fazendo com que o conforto se transforme em escravidão sem que a “vítima” se dê conta disso. E tem muita gente que aceita qualquer contingência num emprego malfadado, apenas para não perder as mordomias da vida.
Alguns amigos paulistanos não se conformam com a quantidade de viagens que faço por ano (no último ano foram quatro meses – graças também, é claro, à minha vida de freelancer). “Você está milionária?”, me perguntam eles, que têm sofás (em L, óbvio) comprados na Alameda Gabriel Monteiro da Silva, TV LED último modelo e o carro do ano (enquanto mal têm tempo de usufruir tudo isso, de tanto que ralam para manter o padrão).
É muito mais simples do que parece. Limpo o meu próprio banheiro, não estou nem aí para roupas de marca e tenho algumas manchas no meu sofá baratex. Antes isso do que a escravidão de um padrão de vida que não traz felicidade. Ou, pelo menos, não a minha. Essa foi a maior lição que aprendi com os europeus — que viajam mais do que ninguém, são mestres na arte do savoir vivre e sabem muito bem como pilotar um fogão e uma vassoura.
PS: Não estou pregando a morte das empregadas domésticas – que precisam do emprego no Brasil –, a queima dos sofás em L e nem achando que o “modelo frugal europeu” funciona para todo mundo como receita de felicidade. Antes que alguém me acuse de tomar o comportamento de uma parcela da classe média alta paulistana como uma generalização sobre a sociedade brasileira, digo logo que, sim, esse texto se aplica ao pé da letra para um público bem específico. Também entendo perfeitamente que a vida não é tão “boa” para todos no Brasil, e que o “problema” que levanto aqui pode até soar ridículo para alguns – por ser menor. Minha intenção, com esse texto, é apenas tentar mostrar que a vida sempre pode ser menos complicada e mais racional do que imaginam as elites mal-acostumadas no Brasil.
terça-feira, 12 de julho de 2011
Evangélico fofoqueiro
terça-feira, 28 de junho de 2011
quarta-feira, 22 de junho de 2011
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