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sexta-feira, 13 de abril de 2012

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

sábado, 27 de agosto de 2011

Acidente de trânsito

O estrangeiro estava em Salvador, dirigindo um carro alugado, quando teve a infelicidade de bater no fundo de um outro carro. Saiu pra conversar com o motorista. Polido e sorridente, disse:

- Hello :)

O motorista respondeu:

- RALOU UMA CACETA, VÉI ! ESBAGAÇOU FOI A PORRA TODA!




Agradecimentos a Cris.

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Combustível de avião

Floro e Chico eram dois mecânicos de avião que trabalhavam no aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro. Cachaceiros de carteirinha, não perdiam a chance de derrubar umas e outras. Num fim de tarde, nada pra fazer, Chico disse:
-Tô seco pra tomar umas...

-Eu também, emendou o Floro.

Os dois foram até o vestiário, mas a garrafa no armário estava vazia. Nessa altura, a vontade aumentou e então Chico sugeriu:
- Que tal a gente experimentar combustível de avião?

E o Floro:
- Vamo lá, de repente esse troço é bom.

E os dois detonaram perto de um litro. No dia seguinte, ao acordar, Chico ficou surpreso, pois estava se sentindo bem, sem ressaca. Nisso o telefone tocou; era o Floro, que perguntou:
- Como você ta se sentindo?

- Tô inteirão. A coisa é boa pra cacete. Agora só tomo dela.

- É da boa mesmo, mas... me diga uma coisa... você já peidou hoje?

E o Floro:
- Não Por quê?

- Então se segura, porque eu tô ligando de Cuiabá!






Agradecimentos a Cecília.



Doação de cão de guarda

DIVULGO MENSAGEM DE UM AMIGO:


"
FUI ASSALTADO. ONTEM À NOITE ENTRARAM EM MINHA CASA, ME TRANCARAM NO BANHEIRO E LEVARAM TUDO O QUE PUDERAM. MEU CÃO DE GUARDA, O ESPONJA, NÃO ME ALERTOU, POR ISSO O ESTOU DOANDO. NÃO QUERO MAIS CACHORRO EM CASA, APESAR DE ÓTIMO COMPANHEIRO. VOU INSTALAR CERCA ELÉTRICA E ALARME, QUE É MAIS SEGURO E BARATO. INTERESSADOS NO ESPONJA, MANDAR E-MAIL URGENTE.

OBS.: VEJA O ESPONJA NA FOTO ABAIXO.

Aurélio




sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Precipitou-se antecipadamente

Conta a lenda que...




Fernanda foi sozinha a uma festa na casa de um casal amigo em outra cidade, devendo retornar apenas no dia seguinte. O marido - Zeca - não a acompanhou, preferiu ver um jogo do seu time.

 No dia seguinte, em seu escritório, Zeca recebeu um e-mail de um amigo. Este dizia:

 "Você não imagina como a Fernanda se divertiu ontem. Segue uma foto."





Quando voltou para casa, Zeca não esperou que Fernanda falasse coisa alguma, e cobriu-a de porrada.

No outro dia, de volta ao escritório, Zeca recebeu um outro e-mail do mesmo amigo:

"No e-mail que te enviei antes inadvertidamente cortei parte da foto. Anexa segue a foto não-editada. Desculpe a minha falha."










Agradecimentos a Adriano.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Críptico

- Menina, que mal vai a Olavo ?!?


(M.F.)



Se quiser entender, pergunte a Adriana.


sexta-feira, 17 de junho de 2011

terça-feira, 14 de junho de 2011

What do people live for?

Você pode clicar na seta abaixo pra ver o vídeo; deve funcionar. Mas se eu fosse você, eu clicaria aqui.





Pra ter acesso a outras referências deste comercial, clique aqui.




Agradecimentos a Luciano.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Vila de Amor e Amizade onde não é preciso dinheiro
José Antonio Sestelo


Fui ao Japão pela primeira vez em setembro de 1995, quando as folhas começavam a cair na província de Mie em Honshu, a maior ilha do arquipélago. Lembro especialmente da beleza das cores, do sabor das frutas e do cheiro da palha de arroz depois da colheita.


Voltei no inverno, a tempo de experimentar a celebração do ano novo na Vila Yamaguishi do Toyosato, próximo da cidade de Tzu. Desta vez para ficar por mais tempo morando na Vila e freqüentando o seminário da Escola de Kensan em tempo integral. A Vila era uma comunidade agrícola anarquista ligada em rede com outros núcleos em todo o Japão. A base do seminário na Escola de Kensan era a reflexão em conjunto sobre as atividades práticas de trabalho e da vida quotidiana em uma perspectiva que, hoje penso, estaria ligada à tradição do budismo Zen japonês.


Conheci pessoas muito interessantes durante esse tempo. Foi aí também que conheci o AIKI DÔ. Não com esse nome, porque ninguém me disse que ali se praticava uma arte marcial. Era uma vila de agricultores onde se plantava arroz em consórcio com a criação de animais. O esterco, inclusive humano, era utilizado para preparar um composto e fertilizar o solo, e os vegetais eram utilizados para alimentar os animais. Usava-se também todo tipo de sobra e refugo de alimentação humana para fazer ração. O pessoal da vila uma vez recebeu um grande carregamento de bananas que vieram do Equador, mas haviam sido rejeitadas pelo importador porque estavam fora do padrão estético comercial. A carga seria devolvida ou teria que ser incinerada. A vila era uma sociedade onde “não havia nada para se jogar fora”.


As crianças viviam juntas desde pequenas e, na idade escolar, freqüentavam também a escola do bairro. Um dia vi uma cena que me impressionou. Um Sensei já velhinho recebeu os meninos para atividade física e recreação. No tatami fizeram uma brincadeira onde as crianças corriam para derrubar o Sensei com um ataque frontal. Não havia fila. Ia quem queria, na hora que queria. Primeiro uma, depois em grupos, depois todos juntos, os pequenos partiam decididos e eram arremessados delicadamente pelo Sensei de encontro ao chão. No final, o Sensei, que trabalhava cuidando das galinhas, mostrou um ovo.


Falou que o ovo era fertilizado e cheio de vida, pediu cuidado e... arremessou o ovo no ar. Um garoto voou e agarrou com a mão impedindo a queda, e o devolveu delicadamente para a o Sensei.


Trabalhei com as galinhas um tempo e tive oportunidade de conversar com os tratadores. Eles diziam que não estavam ali apenas para produzir ovos. Enfatizavam que cultivavam uma relação de harmonia entre eles, os animais e a natureza, e que o ovo era apenas um sub produto dessa relação. As galinhas viviam com os galos em quartos arejados e espaçosos e os ovos eram conhecidos em todo o Japão como “ovos da felicidade”.


Anos depois, no Brasil encontrei um grupo e comecei a praticar formalmente o AIKI DÔ. Agora na tradição de O Sensei Ueshiba trazida para o Brasil por Kawai Shihan, mas sem perder a ligação com os princípios que havia praticado desde o tempo de Japão.


Para mim ainda é algo misterioso e intrigante como é que se pode gerar harmonia, no trato das coisas do mundo seja lá o que for. Seja criando galinha, seja cuidando de criança ou se movimentando no tatami ao lado de um UKÊ.


Meu palpite é que todo movimento tem um ponto de origem, e que esse ponto está associado a uma intenção e a um sentimento. A forma específica que o movimento assume será sempre a forma de conveniência para um dado momento, e cada momento é único e não se repete jamais. Portanto não existe forma padrão que possa ser usada de rotina.


Na Vila o ponto central de convivência era o refeitório. Era ali que se celebrava a vida e se iniciava, pela boca, a produção do esterco para fertilizar o solo. Não havia nada para se jogar fora, porque partia-se do entendimento de que tudo que existe, mesmo os sentimentos humanos mais agressivos e violentos podiam ser, de alguma forma, harmonizados em algo que compõe, que integra.


O desafio e a beleza da forma residem na sua relação de harmonia com a paisagem, então, penso, o primeiro trabalho é procurar enxergar essa relação. O treino no tatami permite o confronto com a dura realidade física dos corpos humanos que se chocam, com a dor, com o medo, com o apego ao próprio pensamento e também com a leveza, com o desapego e a superação da barreira de fumaça dos limites humanos.


Não há nada prá se jogar fora, não há nenhum gesto que não possa ser aproveitado, não há nada que seja bom ou ruim por definição. No final, o “bom” é o que combina e, de fato, não é possível fazer nada que seja realmente bom, sozinho.


Tudo isso, no entanto, dito assim dessa forma, corre o risco de ser tomado como uma prescrição ou preceito moral para algum tipo de conduta humana, o que não é a minha intenção. De fato a intenção, o ponto de origem desse texto se resume em um convite à prática. Assim, cada um do seu jeito, sem tirar nem por nada de essencial, talvez se possa descobrir coisas interessantes tomando a vida como ela é...


Que tal? Vamos fazer juntos?



quarta-feira, 25 de maio de 2011

Dez anos a mil

"
Queridas e queridos internautas,
É com grande satisfação que anuncio o lançamento do livro digital Dez anos a mil: mídia e música popular massiva em tempos de internet. O livro está disponível para download gratuito no hotsite www.dezanosamil.com.br  em versões para tablets (e-pub), leitores (kindles) e PDF, para quem preferir o formato tradicional. Os artigos são frutos de uma rede de pesquisa que está consolidando e aborda os fenômenos musicais a partir da comunicação. A preocupação central dos artigos é pensar articulações entre novas formas de consumo da música, mercado, formação de públicos e políticas de incentivo à produção cultural. O e-book foi inspirado nas transformações que mudaram o consumo e a produção musical na primeira década dos anos 00, por isso ele é gratuito, em diversos formatos e procura fazer valer as últimas possibilidades de interação acadêmica e profissional propiciada pela rede. Então querida(o)s internautas faço download e ajude-nos a pensar o mundo duas das mais importantes formas de expressão cultural de nossa época: a canção e o livro. O livro é feito para ser espalhado pela net, portanto reencaminhe para seus contatos. Os autores do livro acreditam que conhecimento se produz em rede e de modo colaborativo!!!
Suadações melômanas...
Jeder Janotti Junior
UFAL;UFPE
Grupo de Pesquisa em Cultura, Comunicação e Música Popular Massiva...

"

terça-feira, 24 de maio de 2011

segunda-feira, 23 de maio de 2011

domingo, 24 de abril de 2011

segunda-feira, 21 de março de 2011

Amigas e xixi

Duas amigas, ambas casadas, estavam completamente bêbadas. Voltavam pra casa quando sentiram uma vontade irresistível de fazer xixi. Estacionaram o carro na porta do cemitério e entraram, apavoradas e apressadas.

A primeira achou um cantinho, se aliviou, se enxugou com a calcinha e jogou a calcinha fora. A segunda fez xixi junto a um túmulo e, não querendo estragar a calcinha caríssima, pegou a fita de uma coroa de flores que estava por ali e colocou-a dentro da calcinha, para não molhar e delicada peça.

No dia seguinte, um dos maridos ligou para o outro e disse: - Minha mulher chegou em casa de madrugada, caindo de bêbada, e sem calcinha. Acabei o casamento!

O outro respondeu: - Você ainda teve sorte. A minha chegou com uma fita colada na bunda, onde estava escrito: "Jamais te esqueceremos. Wagner, Valmir, Gilmar, e toda a turma da faculdade". Tô dando porrada nela até agora!

quarta-feira, 16 de março de 2011

Reflexão do dia

O que me emociona?  A "transcendência" (na falta de palavra melhor).






Agradecimentos a Ana.