Segundo Adriana, esta é Andrea "daqui a uns 50 anos".
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segunda-feira, 12 de setembro de 2011
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
Doação de cão de guarda
DIVULGO MENSAGEM DE UM AMIGO:
"
FUI ASSALTADO. ONTEM À NOITE ENTRARAM EM MINHA CASA, ME TRANCARAM NO BANHEIRO E LEVARAM TUDO O QUE PUDERAM. MEU CÃO DE GUARDA, O ESPONJA, NÃO ME ALERTOU, POR ISSO O ESTOU DOANDO. NÃO QUERO MAIS CACHORRO EM CASA, APESAR DE ÓTIMO COMPANHEIRO. VOU INSTALAR CERCA ELÉTRICA E ALARME, QUE É MAIS SEGURO E BARATO. INTERESSADOS NO ESPONJA, MANDAR E-MAIL URGENTE.
OBS.: VEJA O ESPONJA NA FOTO ABAIXO.
Aurélio
"
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
Precipitou-se antecipadamente
Conta a lenda que...
Fernanda foi sozinha a uma festa na casa de um casal amigo em outra cidade, devendo retornar apenas no dia seguinte. O marido - Zeca - não a acompanhou, preferiu ver um jogo do seu time.
No dia seguinte, em seu escritório, Zeca recebeu um e-mail de um amigo. Este dizia:
"Você não imagina como a Fernanda se divertiu ontem. Segue uma foto."
Quando voltou para casa, Zeca não esperou que Fernanda falasse coisa alguma, e cobriu-a de porrada.
Fernanda foi sozinha a uma festa na casa de um casal amigo em outra cidade, devendo retornar apenas no dia seguinte. O marido - Zeca - não a acompanhou, preferiu ver um jogo do seu time.
No dia seguinte, em seu escritório, Zeca recebeu um e-mail de um amigo. Este dizia:
"Você não imagina como a Fernanda se divertiu ontem. Segue uma foto."
Quando voltou para casa, Zeca não esperou que Fernanda falasse coisa alguma, e cobriu-a de porrada.
No outro dia, de volta ao escritório, Zeca recebeu um outro e-mail do mesmo amigo:
quinta-feira, 16 de junho de 2011
quarta-feira, 4 de maio de 2011
Lançamento editorial
Foto: Divulgação
O Dr. Pedro Ionnadis consulta o volume 6 do Guia Prático Básico do Entendimento das Mulheres, livro organizado por ele, que foi lançado recentemente pela Editora Caminhos do Conhecimento.
sábado, 19 de fevereiro de 2011
Ronaldo fugiu
"
Assustado com pressão da torcida do Corinthians, o Fenômeno fugiu para o Egito e agora vive disfarçado...
"
Agradecimentos a Pedro
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
Sensacionalista
Incluí em SITES INTERESSANTES o link "Sensacionalista" ("um jornal isento de verdade"). Confira!
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
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quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Para onde vão os dólares
Consta que em junho de 2008 - quando o governo de Bush Jr estudava medidas de ajuda à economia estadunidense - Marc Faber, Analista de Investimentos e empresário, teria comentado:
"
O Governo Federal está concedendo a cada um de nós uma bolsa de 600 dólares. Se gastarmos esse dinheiro no supermercado Walt-Mart, esse dinheiro vai para a China. Se gastarmos com gasolina, vai para os árabes. Se comprarmos um computador, vai para a Índia. Se comprarmos frutas e vegetais, irá para o México , Honduras e Guatemala. Se comprarmos um bom carro, irá para a Alemanha ou Japão. Se comprarmos bugigangas, irá para Taiwan. E nenhum centavo desse dinheiro ajudará a economia americana. O único meio de manter esse dinheiro na América é gastá-lo com prostitutas e cerveja, considerando que são os únicos bens ainda produzidos por aqui. Estou fazendo a minha parte.
"
Consta ainda que um brasileiro igualmente bem-humorado teria respondido:
"
Realmente a situação dos americanos parece cada vez pior. Lamento informar que, depois desse seu e-mail, a Budweiser foi comprada pela brasileira AmBev, portanto, restaram apenas as prostitutas. Porém, se elas (as prostitutas) repassarem parte da verba para seus filhos, o dinheiro virá para Brasília, onde existe a maior concentração de filhos da puta do mundo.
"
Agradecimentos a Artur.
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
O homem que sabia djavanês
Ruy Goiaba
Eu tinha chegado fazia pouco ao Rio de Janeiro e estava literalmente na miséria. Vivia fugindo de casa de pensão em casa de pensão, sem saber onde e como ganhar dinheiro. Até que um dia, lendo "O Globo", deparei com este anúncio: "Precisa-se de um professor de djavanês".
Eu tinha chegado fazia pouco ao Rio de Janeiro e estava literalmente na miséria. Vivia fugindo de casa de pensão em casa de pensão, sem saber onde e como ganhar dinheiro. Até que um dia, lendo "O Globo", deparei com este anúncio: "Precisa-se de um professor de djavanês".
A audição das músicas de DJ Avan sempre provocou em mim puro mal-estar físico. Mas, enfim, precisava de grana e decidi fazer o possível para vencê-lo.
Naquela semana, fui a todos os barzinhos com música ao vivo da cidade. Perdi a conta de quantas vezes escutei "e o meu jardim da vida ressecou, morreu" ou "amar é um deserto e seus temores". Foram sete dias de tortura; contudo, saí deles com o djavanês na ponta da língua. Em vez de mandar meu currículo, achei que conviria visitar o endereço indicado no anúncio.
Era um tríplex de cobertura, decorado com muito dinheiro e mau gosto ainda maior, num dos bairros mais caros do Rio. Apresentei-me como professor de djavanês e, após ser submetido a inquérito pelos empregados, fui levado à presença do patrão, o doutor Albernaz. Ele me recebeu com um sorriso visivelmente irônico. "Então o senhor é professor de djavanês, hein?"
"Sim, sou. Formado em djavanês e com mestrado em beregüê. Tive dez com louvor na minha tese sobre a influência de Carlinhos Brown na obra de James Joyce." A tese, obviamente, não existia, mas o doutor Albernaz pareceu acreditar na conversa. "Então, só o senhor pode me ajudar. Ouça isto, por favor" - e pôs nas minhas mãos uma coletânea do DJ Avan em CD. Ao notar minha cara de ponto de interrogação, ele contou sua história. "Pouco antes de morrer, meu pai me entregou esse CD e disse: 'Filho, tenho certeza de que DJ Avan canta coisas muito profundas, mas ouvi suas músicas durante anos e nunca consegui entender porra nenhuma. Só podem ser segredos iniciáticos transmitidos da maneira mais hermética possível. Descubra o significado e você obterá a chave da felicidade'."
O doutor Albernaz abriu o encarte do CD e me mostrou uma das letras:
"'Obi, obi, obá. Que nem zen, czar. Shalom Jerusalém, z'oiseau'. O que é isso?". Eu estava tenso com a pergunta do doutor Albernaz.
Tantas músicas do DJ Avan e o velho tinha de querer saber o que significava a letra de "Obi"? Desgraçado. Se ainda fosse aquela do "o amor que é azulzinho", mas era tarde. Ele tinha os olhos fixos em mim: queria respostas. Todo o sucesso da minha empreitada dependia de uma explicação convincente e imediata.
De repente, uma idéia. Começo: "Veja bem. 'Obi' é certamente uma referência a Obi-Wan Kenobi, o sábio de 'Guerra nas Estrelas' interpretado por sir Alec Guinness. 'Obá', por sua vez, remete a 'Djobi Djobá', sucesso dos Gipsy Kings. DJ Avan buscou contrastar o lado luminoso e britânico da força com os mistérios nômades da alma cigana. A mesma tensão dialética pode ser verificada no verso subseqüente, 'que nem zen, czar': a contemplação espiritual dos monges budistas e o poder absoluto dos czares. Perceba como tese e antítese se resolvem lindamente na síntese do verso seguinte: 'shalom Jerusalém' é a paz do espírito na divina cidade. É ela que faz a alma se elevar aos céus, como um pássaro ('z'oiseau')".
Os olhos do doutor Albernaz se arregalaram enquanto eu falava. Dois segundos depois de eu terminar, ele gritou: "Que maravilha! Sabia que havia algo de muito profundo nessa letra! O senhor é um gênio da hermenêutica, um mestre do djavanês!".
Passei a tarde inventando explicações para todas as outras letras do CD - Açaí guardiã..., Kremlin-Berlim-pra-não-dizer-Tel-Aviv..., índio cara-pálida cara de índio... Citei Joyce, Pound, Oswald, Glauber, Zé Celso, Hélio Oiticica e Odair Cabeça de Poeta: name-dropping é comigo mesmo.
Daí por diante, minha ascensão social estava garantida. Eu era o único intelectual do país capaz de traduzir a transcendência da linguagem de DJ Avan. Tinha prestígio acadêmico e subsídio do Ministério da Cultura; gostosíssimas estudantes de lingüística rasgavam as roupas e se atiravam aos meus pés. Mas troquei tudo por um violão, sandálias de couro cru e um penteado novo. Mudei até meu nome graças ao djavanês. Hoje me chamo Jorge Vercilo e sei que nada vai me fazer desistir do amor.
Agradecimentos a Solange
(Descobri quem é o autor em 19/10/2025)
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
Registro policial
O anedotário que segue é atribuído a um Tenente-coronel da PM. Todas as frases teriam sido coletadas em livros ou relatórios de registro policial.
Senhor delegado, deu entrada no Pronto-Socorro Municipal o cidadão, vítima de gargalhada. Gargalhada no peito, no rosto e nas costas. Segue anexo o gargalho da garrafa.
O condutor foi preso em flagrante por estar dirigindo em velocidade incombatível com o local.
Ocorreu um abarroamento de pessoas. Os conduzidos, além da algazarra, ainda xingavam a todos com palavra de baixo escalão.
Demos cobertura à ambulância na condução de um débito mental até o PSM.
O condutor do veículo colocava em risco a segurança das pessoas, pois estava dando cavalo de paulo na rua.
Chegando ao local, encontramos a vítima caída ao solo, aparentando ter cometido um homicídio contra si mesmo.
O cidadão machucou o membro do rosto.
O conduzido, que foi preso em flagrante, disse que era inocente na acusação e que não estava passando de bode respiratório.
O sujeito estava vestido com uma calça Jeans e uma camisa destampada.
Os indivíduos tentaram resgatar o autor do nosso domínio através do uso de força anônima.
O cadáver apresentava sinais de estar morto.
Foi apreendido um quilo de lingüiça perfumada.
Atendemos à solicitação do solicitante, que nos narrou que o autor praticava atentado violento ao pudor, pois exibia para os transeuntes os órgãos sanitários.
Após discutir com a vítima, o autor desferiu um forte soco no rosto da mesma, que de tão violento, soltou a tampa de seu nariz.
No histórico da ocorrência, constava como objeto apreendido: duas latas de cera "odd" e uma lata de cera "'ppo".
Senhor delegado, deu entrada no Pronto-Socorro Municipal o cidadão, vítima de gargalhada. Gargalhada no peito, no rosto e nas costas. Segue anexo o gargalho da garrafa.
O condutor foi preso em flagrante por estar dirigindo em velocidade incombatível com o local.
Ocorreu um abarroamento de pessoas. Os conduzidos, além da algazarra, ainda xingavam a todos com palavra de baixo escalão.
Demos cobertura à ambulância na condução de um débito mental até o PSM.
O condutor do veículo colocava em risco a segurança das pessoas, pois estava dando cavalo de paulo na rua.
Chegando ao local, encontramos a vítima caída ao solo, aparentando ter cometido um homicídio contra si mesmo.
O cidadão machucou o membro do rosto.
O conduzido, que foi preso em flagrante, disse que era inocente na acusação e que não estava passando de bode respiratório.
O sujeito estava vestido com uma calça Jeans e uma camisa destampada.
Os indivíduos tentaram resgatar o autor do nosso domínio através do uso de força anônima.
O cadáver apresentava sinais de estar morto.
Foi apreendido um quilo de lingüiça perfumada.
Atendemos à solicitação do solicitante, que nos narrou que o autor praticava atentado violento ao pudor, pois exibia para os transeuntes os órgãos sanitários.
Após discutir com a vítima, o autor desferiu um forte soco no rosto da mesma, que de tão violento, soltou a tampa de seu nariz.
No histórico da ocorrência, constava como objeto apreendido: duas latas de cera "odd" e uma lata de cera "'ppo".
Agradecimentos a Adriana.
terça-feira, 14 de setembro de 2010
terça-feira, 29 de junho de 2010
Zangelding?
quinta-feira, 27 de maio de 2010
Realidade
Palavras-chave:
citações,
consumo,
educação,
gente,
hoax,
imagens,
preconceito,
religião,
tecnologia
sexta-feira, 5 de março de 2010
quarta-feira, 3 de março de 2010
O retorno de Davi
Davi de Michelangelo retorna à Florença danificado, após ter passado seis meses em Nova Iorque
Xico Chavier e Maria Adir Higir
Uma das esculturas mais célebres do Renascimento, o Davi de Michelangelo, finalmente retornou a Florença, após ter ficado em exposição por 6 meses no Metropolitan Museum of Art (Museu Metropolitano de Arte), em Nova Iorque. A famosa estátua tornou-se o centro do que pode vir a tornar-se um incidente internacional. Ocorre que a obra esculpida por Michelangelo voltou seriamente danificada.
Desde a sua criação, a escultura sofreu várias agressões: além dos protestos e tentativas de cobri-la com uma tanga, há 500 anos, os florentinos receberam-na com pedradas e, em outra ocasião, um banco foi arremessado contra ela por desordeiros. Segundo os especialistas em restauração, nenhuma agressão foi tão danosa quanto as que sofreu recentemente nos Estados Unidos.
A estátua voltou dos Estados Unidos pesando 12.800 kg (28.160 lbs). Neste momento discute-se restauração da obra, em meio a muita polêmica a respeito do método a ser empregado. A restauradora Agnese Parronchi, que esteve responsável pela empreitada, pretendia utilizar uma técnica de lipoescultura, mas demitiu-se devido a divergências no grupo em relação ao método de trabalho. É provável que a responsabilidade passe a ser de outra italiana, Cinzia Parnigoni, restauradora adepta da cirurgia escultoplástica.
Agradecimentos a Maria Carolina Aguiar.
Xico Chavier e Maria Adir Higir
Uma das esculturas mais célebres do Renascimento, o Davi de Michelangelo, finalmente retornou a Florença, após ter ficado em exposição por 6 meses no Metropolitan Museum of Art (Museu Metropolitano de Arte), em Nova Iorque. A famosa estátua tornou-se o centro do que pode vir a tornar-se um incidente internacional. Ocorre que a obra esculpida por Michelangelo voltou seriamente danificada.
Desde a sua criação, a escultura sofreu várias agressões: além dos protestos e tentativas de cobri-la com uma tanga, há 500 anos, os florentinos receberam-na com pedradas e, em outra ocasião, um banco foi arremessado contra ela por desordeiros. Segundo os especialistas em restauração, nenhuma agressão foi tão danosa quanto as que sofreu recentemente nos Estados Unidos.
O Davi de Michelangelo após ter voltado dos EUA. Foto: Marco Sanges
A estátua voltou dos Estados Unidos pesando 12.800 kg (28.160 lbs). Neste momento discute-se restauração da obra, em meio a muita polêmica a respeito do método a ser empregado. A restauradora Agnese Parronchi, que esteve responsável pela empreitada, pretendia utilizar uma técnica de lipoescultura, mas demitiu-se devido a divergências no grupo em relação ao método de trabalho. É provável que a responsabilidade passe a ser de outra italiana, Cinzia Parnigoni, restauradora adepta da cirurgia escultoplástica.
"Nenhuma restauração dará à obra o aspecto de quando foi realizada pelo artista. O tempo, a história, e esta temporada nos Estados Unidos deixaram suas marcas e nada irá apagar isso", avalia Fátima Faria Gomes, especialista em museologia, conservadora e restauradora de bens culturais em São Paulo. "Nenhum processo de restauração é absolutamente inofensivo e cabe ao restaurador, após exames minuciosos do estado da obra e considerando custos e benefícios dos vários métodos possíveis, optar pelo método que cause menos danos", afirmou a restauradora brasileira. No caso do Davi, Fátima diz que os dois métodos propostos têm prós e contras e seria muito complicado avaliar o melhor à distância, sem ver a obra. "Nós temos o dever de respeitar essa situação. Como restauradores, devemos ter consciência de que o nosso papel é apenas o de permitir, com interferências mínimas, que a integridade e a leitura da obra sejam mantidas, não só para o deleite, mas para a pesquisa e o conhecimento de nossa história, em todos os sentidos", conclui a museóloga.
Enquanto durar a difícil restauração, uma cópia da escultura será exibida na Galleria dell'Accademia.
Enquanto durar a difícil restauração, uma cópia da escultura será exibida na Galleria dell'Accademia.
As autoridades da comuna de Florença já formalizaram sua posição junto ao Conselho Provincial, e pretendem exigir do Metropolitan a reparação dos danos causados. A assessoria de comunicação do museu ainda não se pronunciou. Em recente comunicado à imprensa, a American Fast Food Association declarou que o assunto não lhe diz respeito, apesar de a visita ter sido patrocinada por quatro dos seus mais importantes membros.
MARCO DE FLORENÇA A estátua de Davi ficou pronta em 1504 e esteve exposta em frente ao Palazzo Vecchio até 1873, quando foi transferida para o interior da Galleria dell'Accademia, para protegê-la de desgastes. Desde 1910, uma réplica marca a entrada do palácio. As proporções quase perfeitas da escultura original podem ser admiradas neste museu, que recebe mais de 1 milhão de visitantes por ano.
Agradecimentos a Maria Carolina Aguiar.
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
A verdadeira dívida externa
Há dias enviaram-me um suposto discurso feito por um suposto embaixador mexicano numa suposta conferência de chefes de estado.
Trata-se de um hoax. Um que merece ser mencionado, após os devidos esclarecimentos. O texto, ficcional, é de autoria de Luis Britto García, escritor e historiador venezuelano.
LA VERDADERA DEUDA EXTERNA
Aquí pues yo, Guaicaipuro Cuatémoc, he venido a encontrar a los que celebran el encuentro. Aquí pues yo, descendiente de los que poblaron la América hace cuarenta mil años, he venido a encontrar a los que se encontraron hace quinientos años. Aquí pues nos encontramos todos. Sabemos lo que somos, y es bastante. Nunca tendremos otra cosa.
El hermano aduanero europeo me pide papel escrito con visa para poder descubrir a los que me descubrieron. El hermano usurero europeo me pide pago de una deuda contraída por Judas, a quien nunca autoricé a venderme. El hermano leguleyo europeo me explica que toda deuda se paga con intereses, aunque sea vendiendo seres humanos y países enteros, sin pedirles consentimiento. Yo los voy descubriendo.
También yo puedo reclamar pagos, también puedo reclamar intereses. Consta en el Archivo de Indias. Papel sobre papel, recibo sobre recibo, firma sobre firma, que solamente entre el año 1503 y 1660 llegaron a Sanlúcar de Barrameda 185 mil Kg de oro y 16 millones Kg de plata provenientes de América.
¿Saqueo? ¡No lo creyera yo! Porque sería pensar que los hermanos cristianos faltaron al Séptimo Mandamiento. ¿Expoliación? ¡Guárdeme Tanatzin de figurarme que los europeos, como Caín, matan y niegan la sangre del hermano! ¿Genocidio? ¡Eso sería dar crédito a calumniadores como Bartolomé de las Casas, que califican al encuentro de 'destrucción de las Indias', o a ultrosos como Arturo Uslar Pietri, que afirma que el arranque del capitalismo y la actual civilización europea se deben a la inundación de metales preciosos.
¡No! Esos 185 mil Kg de oro y 16 millones Kg de plata deben ser considerados como el primero de muchos préstamos amigables de América destinados al desarrollo de Europa.
Lo contrario sería presumir la existencia de crímenes de guerra, lo que daría derecho no sólo a exigir su devolución inmediata, sino la indemnización por daños y perjuicios. Yo, Guaicaipuro Cuatémoc, prefiero creer en la menos ofensiva de las hipótesis. Tan fabulosas exportaciones de capital no fueron más que el inicio de un plan Marshall-tezuma, para garantizar la reconstrucción de la bárbara Europa, arruinada por sus deplorables guerras contra los cultos musulmanes, creadores del álgebra, la poligamia, el baño cotidiano y otros logros superiores de la civilización. Por eso, al celebrar el Quinto Centenario del Empréstito, podremos preguntarnos: ¿Han hecho los hermanos europeos un uso racional, responsable o, por lo menos, productivo de los recursos tan generosamente adelantados por el Fondo Indoamericano Internacional?
Deploramos decir que no.
En lo estratégico, lo dilapidaron en las 'batallas de Lepanto', en 'armadas invencibles', en 'terceros reichs' y otras formas de exterminio mutuo, sin otro destino que terminar ocupados por las tropas gringas de la OTAN, como Panamá pero sin canal.
En lo financiero, han sido incapaces, después de una moratoria de 500 años, tanto de cancelar el capital y sus intereses cuanto de independizarse de las rentas líquidas, las materias primas y la energía barata que les exporta el Tercer Mundo. Este deplorable cuadro corrobora la afirmación de Milton Friedman, conforme a la cual una economía subsidiada jamás puede funcionar. Y nos obliga a reclamarles, por su propio bien, el pago del capital y los intereses que, tan generosamente, hemos demorado todos estos siglos.
Al decir esto aclaramos que no nos rebajaremos a cobrarles a los hermanos europeos las viles y sanguinarias tasas flotantes de 20%, y hasta 30%, que los hermanos europeos le cobran a los pueblos del Tercer Mundo. Nos limitaremos a exigir la devolución de los metales preciosos adelantados, más el módico interés fijo de 10% anual, acumulado sólo durante los últimos 300 años. Sobre esta base, y aplicando la fórmula europea del interés compuesto, informamos a los descubridores que nos deben, como primer pago de su deuda, una masa de 180 mil Kg de oro y 16 millones Kg de plata, ambas elevadas a la potencia de 300. Es decir, un número para cuya expresión total, serían necesarias más de 300 cifras, y que supera ampliamente el peso total de la Tierra. ¡Muy pesadas son esas moles de oro y plata! ¿Cuánto pesarían, calculadas en sangre?
Aducir que Europa, en medio milenio, no ha podido generar riquezas suficientes para cancelar ese módico interés, sería tanto como admitir su absoluto fracaso financiero y/o la demencial irracionalidad de los supuestos del capitalismo.
Tales cuestiones metafísicas, desde luego, no nos inquietan a los indoamericanos. Pero sí exigimos en forma inmediata la firma de una 'carta de intención' que discipline a los pueblos deudores del Viejo Continente; y que los obligue a cumplir su compromiso mediante una pronta privatización o reconversión de Europa, que les permita entregárnosla entera, como primer pago de la deuda histórica.
Dicen los pesimistas del Viejo Mundo que su civilización está en una bancarrota tal que les impide cumplir con sus compromisos financieros o morales. En tal caso, nos contentaríamos con que nos pagaran entregándonos la bala con la que mataron al Poeta. Pero no podrán. Porque esa bala es el corazón de Europa.
Fonte: http://www.pepe-rodriguez.com/Ecologia_Consumo/Deuda_externa_indigena.htm
Para ter acesso a uma ferramenta de tradução automática, clique aqui. Por sinal, a tradução do texto acima fica bem ruinzinha.
Trata-se de um hoax. Um que merece ser mencionado, após os devidos esclarecimentos. O texto, ficcional, é de autoria de Luis Britto García, escritor e historiador venezuelano.
LA VERDADERA DEUDA EXTERNA
Aquí pues yo, Guaicaipuro Cuatémoc, he venido a encontrar a los que celebran el encuentro. Aquí pues yo, descendiente de los que poblaron la América hace cuarenta mil años, he venido a encontrar a los que se encontraron hace quinientos años. Aquí pues nos encontramos todos. Sabemos lo que somos, y es bastante. Nunca tendremos otra cosa.
El hermano aduanero europeo me pide papel escrito con visa para poder descubrir a los que me descubrieron. El hermano usurero europeo me pide pago de una deuda contraída por Judas, a quien nunca autoricé a venderme. El hermano leguleyo europeo me explica que toda deuda se paga con intereses, aunque sea vendiendo seres humanos y países enteros, sin pedirles consentimiento. Yo los voy descubriendo.
También yo puedo reclamar pagos, también puedo reclamar intereses. Consta en el Archivo de Indias. Papel sobre papel, recibo sobre recibo, firma sobre firma, que solamente entre el año 1503 y 1660 llegaron a Sanlúcar de Barrameda 185 mil Kg de oro y 16 millones Kg de plata provenientes de América.
¿Saqueo? ¡No lo creyera yo! Porque sería pensar que los hermanos cristianos faltaron al Séptimo Mandamiento. ¿Expoliación? ¡Guárdeme Tanatzin de figurarme que los europeos, como Caín, matan y niegan la sangre del hermano! ¿Genocidio? ¡Eso sería dar crédito a calumniadores como Bartolomé de las Casas, que califican al encuentro de 'destrucción de las Indias', o a ultrosos como Arturo Uslar Pietri, que afirma que el arranque del capitalismo y la actual civilización europea se deben a la inundación de metales preciosos.
¡No! Esos 185 mil Kg de oro y 16 millones Kg de plata deben ser considerados como el primero de muchos préstamos amigables de América destinados al desarrollo de Europa.
Lo contrario sería presumir la existencia de crímenes de guerra, lo que daría derecho no sólo a exigir su devolución inmediata, sino la indemnización por daños y perjuicios. Yo, Guaicaipuro Cuatémoc, prefiero creer en la menos ofensiva de las hipótesis. Tan fabulosas exportaciones de capital no fueron más que el inicio de un plan Marshall-tezuma, para garantizar la reconstrucción de la bárbara Europa, arruinada por sus deplorables guerras contra los cultos musulmanes, creadores del álgebra, la poligamia, el baño cotidiano y otros logros superiores de la civilización. Por eso, al celebrar el Quinto Centenario del Empréstito, podremos preguntarnos: ¿Han hecho los hermanos europeos un uso racional, responsable o, por lo menos, productivo de los recursos tan generosamente adelantados por el Fondo Indoamericano Internacional?
Deploramos decir que no.
En lo estratégico, lo dilapidaron en las 'batallas de Lepanto', en 'armadas invencibles', en 'terceros reichs' y otras formas de exterminio mutuo, sin otro destino que terminar ocupados por las tropas gringas de la OTAN, como Panamá pero sin canal.
En lo financiero, han sido incapaces, después de una moratoria de 500 años, tanto de cancelar el capital y sus intereses cuanto de independizarse de las rentas líquidas, las materias primas y la energía barata que les exporta el Tercer Mundo. Este deplorable cuadro corrobora la afirmación de Milton Friedman, conforme a la cual una economía subsidiada jamás puede funcionar. Y nos obliga a reclamarles, por su propio bien, el pago del capital y los intereses que, tan generosamente, hemos demorado todos estos siglos.
Al decir esto aclaramos que no nos rebajaremos a cobrarles a los hermanos europeos las viles y sanguinarias tasas flotantes de 20%, y hasta 30%, que los hermanos europeos le cobran a los pueblos del Tercer Mundo. Nos limitaremos a exigir la devolución de los metales preciosos adelantados, más el módico interés fijo de 10% anual, acumulado sólo durante los últimos 300 años. Sobre esta base, y aplicando la fórmula europea del interés compuesto, informamos a los descubridores que nos deben, como primer pago de su deuda, una masa de 180 mil Kg de oro y 16 millones Kg de plata, ambas elevadas a la potencia de 300. Es decir, un número para cuya expresión total, serían necesarias más de 300 cifras, y que supera ampliamente el peso total de la Tierra. ¡Muy pesadas son esas moles de oro y plata! ¿Cuánto pesarían, calculadas en sangre?
Aducir que Europa, en medio milenio, no ha podido generar riquezas suficientes para cancelar ese módico interés, sería tanto como admitir su absoluto fracaso financiero y/o la demencial irracionalidad de los supuestos del capitalismo.
Tales cuestiones metafísicas, desde luego, no nos inquietan a los indoamericanos. Pero sí exigimos en forma inmediata la firma de una 'carta de intención' que discipline a los pueblos deudores del Viejo Continente; y que los obligue a cumplir su compromiso mediante una pronta privatización o reconversión de Europa, que les permita entregárnosla entera, como primer pago de la deuda histórica.
Dicen los pesimistas del Viejo Mundo que su civilización está en una bancarrota tal que les impide cumplir con sus compromisos financieros o morales. En tal caso, nos contentaríamos con que nos pagaran entregándonos la bala con la que mataron al Poeta. Pero no podrán. Porque esa bala es el corazón de Europa.
Fonte: http://www.pepe-rodriguez.com/Ecologia_Consumo/Deuda_externa_indigena.htm
Para ter acesso a uma ferramenta de tradução automática, clique aqui. Por sinal, a tradução do texto acima fica bem ruinzinha.
terça-feira, 18 de agosto de 2009
sexta-feira, 29 de maio de 2009
Desinformação
Um amigo me enviou uma suposta resposta da GM a Bill Gates. Um claro hoax, e ele acreditava na veracidade. Ele, um cara muito inteligente. E inocente. Não sendo um "rato de internet", ele não imaginou que a GM nao emitiria um comunicado como aquele, e não pensou que alguém se daria ao trabalho de forjá-lo.
Há uma forma simples de verificar se algo é um boato. Basta ir ao Google e teclar algo como gm "bill gates" hoax OR boato . Note que a parte hoax OR boato é constante. Os demais termos terão a ver com o assunto que se deseja esclarecer.
Há sites que se ocupam de expor boatos, lendas da internet, e hoaxes. O http://e-farsas.com/ é um deles.
Quando simpatizo muito com um boato, passo-o adiante após fazer algumas modificações. Mantenho o espírito, mas deixo claro que não é verídico. Veja por exemplo a "notícia de jornal" abaixo:
Divulguei-a assim:
"
Ficticiolândia, 15 de abril de 2008.
Eu, Maria José Pau, gostaria de saber da possibilidade de se abolir o sobrenome Pau do meu nome, já que a presença do Pau tem me deixado embaraçada em várias situações. Desde já, antecipo agradecimento e peço deferimento.
Maria José Pau.
"
Resposta do tribunal:
"
Cara Senhora Pau,
Sobre sua solicitação da remoção do Pau, gostaríamos de dizer que a nova legislação permite a retirada do seu Pau, mas o processo é complicado. Se o Pau tiver sido adquirido após o casamento, o processo é mais fácil, pois, afinal de contas, ninguém é obrigado a usar o Pau do marido se não quiser. Se o Pau for de seu pai, se torna mais difícil, pois o Pau a que nos referimos é de família e vem sido usado por várias gerações. Se a senhora tiver irmãos ou irmãs, a retirada do Pau a tornaria diferente do resto da família. Cortar o Pau de seu pai pode ser algo que venha a chateá-lo. Outro problema, porém, está no fato de seu nome conter apenas nomes próprios e ficará estranho caso não haja nada para colocar no lugar do Pau. Isso sem falar que, caso tenha sido adquirido após casamento, as pessoas estranharão muito ao saber que a senhora não possui mais o Pau de seu marido. Uma opção viável seria a troca de ordem dos nomes. Se a senhora colocar o Pau na frente da Maria e atrás do José, o Pau pode ser escondido, por que a senhora poderia assinar seu nome como Maria P. José. Nossa opinião é que esse preconceito contra este nome já acabou há muito tempo e que, já que a senhora usou o Pau de seu marido há tanto tempo, não custa usar um pouco mais. Eu mesmo possuo Pinto, sempre o usei, e muito poucas vezes o Pinto me causou embaraços.
Atenciosamente,
José Pinto Silva - Desembargador
Tribunal de Justiça - Ficticiolândia, BR.
"
A quem me enviou o hoax acima, enviei o seguinte link: http://luiscarlosgusmao. blogspot.com/2007/04/notcia- jurdica-pau-no-nome.html .
Uma parte do tempo que dedico a responder e-mails, passo tentanto combater a desinformação. Quando recebo algo falso, normalmente respondo com um esclarecimento.
Um outro problema na internet é a apocrifia. Por favor desconfie que Arnaldo Jabor, Clarice Lispector, Drummond, Gabriel Garcia Márquez, Jorge Luis Borges, Luis Fernando Veríssimo e Mário Quintana não são autores daqueles textos mal escritos. Na dúvida, consulte o site http://www.blassoc.com.br/bettyvidigalapocrifia.htm.
Voce provavelmente acha que eu dou muita importancia ao que não é importante. Eu penso que desinformação é um assunto sério.
Há uma forma simples de verificar se algo é um boato. Basta ir ao Google e teclar algo como gm "bill gates" hoax OR boato . Note que a parte hoax OR boato é constante. Os demais termos terão a ver com o assunto que se deseja esclarecer.
Há sites que se ocupam de expor boatos, lendas da internet, e hoaxes. O http://e-farsas.com/ é um deles.
Quando simpatizo muito com um boato, passo-o adiante após fazer algumas modificações. Mantenho o espírito, mas deixo claro que não é verídico. Veja por exemplo a "notícia de jornal" abaixo:
Divulguei-a assim:
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Ficticiolândia, 15 de abril de 2008.
Eu, Maria José Pau, gostaria de saber da possibilidade de se abolir o sobrenome Pau do meu nome, já que a presença do Pau tem me deixado embaraçada em várias situações. Desde já, antecipo agradecimento e peço deferimento.
Maria José Pau.
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Resposta do tribunal:
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Cara Senhora Pau,
Sobre sua solicitação da remoção do Pau, gostaríamos de dizer que a nova legislação permite a retirada do seu Pau, mas o processo é complicado. Se o Pau tiver sido adquirido após o casamento, o processo é mais fácil, pois, afinal de contas, ninguém é obrigado a usar o Pau do marido se não quiser. Se o Pau for de seu pai, se torna mais difícil, pois o Pau a que nos referimos é de família e vem sido usado por várias gerações. Se a senhora tiver irmãos ou irmãs, a retirada do Pau a tornaria diferente do resto da família. Cortar o Pau de seu pai pode ser algo que venha a chateá-lo. Outro problema, porém, está no fato de seu nome conter apenas nomes próprios e ficará estranho caso não haja nada para colocar no lugar do Pau. Isso sem falar que, caso tenha sido adquirido após casamento, as pessoas estranharão muito ao saber que a senhora não possui mais o Pau de seu marido. Uma opção viável seria a troca de ordem dos nomes. Se a senhora colocar o Pau na frente da Maria e atrás do José, o Pau pode ser escondido, por que a senhora poderia assinar seu nome como Maria P. José. Nossa opinião é que esse preconceito contra este nome já acabou há muito tempo e que, já que a senhora usou o Pau de seu marido há tanto tempo, não custa usar um pouco mais. Eu mesmo possuo Pinto, sempre o usei, e muito poucas vezes o Pinto me causou embaraços.
Atenciosamente,
José Pinto Silva - Desembargador
Tribunal de Justiça - Ficticiolândia, BR.
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A quem me enviou o hoax acima, enviei o seguinte link: http://luiscarlosgusmao.
Uma parte do tempo que dedico a responder e-mails, passo tentanto combater a desinformação. Quando recebo algo falso, normalmente respondo com um esclarecimento.
Um outro problema na internet é a apocrifia. Por favor desconfie que Arnaldo Jabor, Clarice Lispector, Drummond, Gabriel Garcia Márquez, Jorge Luis Borges, Luis Fernando Veríssimo e Mário Quintana não são autores daqueles textos mal escritos. Na dúvida, consulte o site http://www.blassoc.com.br/bettyvidigalapocrifia.htm.
Voce provavelmente acha que eu dou muita importancia ao que não é importante. Eu penso que desinformação é um assunto sério.
quarta-feira, 25 de março de 2009
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