segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
Atropelamento intencional !!!
Sem palavras a respeito do ato. Apenas espero que o culpado seja severamente punido.
Para saber mais a respeito, clique aqui.
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
Que tal este ambiente de trabalho?
Palavras-chave:
educação,
imagens,
preconceito,
saúde,
tecnologia,
viagens
domingo, 20 de fevereiro de 2011
sábado, 19 de fevereiro de 2011
Portal Opinião Pública
Incluí em SITES INTERESSANTES o link "Portal Opinião Pública".
Sediado na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o Grupo de Pesquisa Opinião Pública, Marketing Político e Comportamento Eleitoral, nasceu formalmente no ano de 2009, a partir da adesão de pesquisadores que tratam dos temas do comportamento eleitoral, marketing político e opinião pública. A proposta é realizar estudos multidisciplinares que agreguem as experiências e conhecimentos produzidos por cada um dos seus integrantes. Atualmente, o grupo é composto por pesquisadores de diversas instituições de ensino e pesquisa.
Sediado na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o Grupo de Pesquisa Opinião Pública, Marketing Político e Comportamento Eleitoral, nasceu formalmente no ano de 2009, a partir da adesão de pesquisadores que tratam dos temas do comportamento eleitoral, marketing político e opinião pública. A proposta é realizar estudos multidisciplinares que agreguem as experiências e conhecimentos produzidos por cada um dos seus integrantes. Atualmente, o grupo é composto por pesquisadores de diversas instituições de ensino e pesquisa.
Ronaldo fugiu
"
Assustado com pressão da torcida do Corinthians, o Fenômeno fugiu para o Egito e agora vive disfarçado...
"
Agradecimentos a Pedro
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
Sensacionalista
Incluí em SITES INTERESSANTES o link "Sensacionalista" ("um jornal isento de verdade"). Confira!
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
Sexo grátis aqui
CLIQUE NA IMAGEM PRA VÊ-LA EM TAMANHO MAIOR
Depois clique no botão (<-) do seu navegador pra voltar ao Bolodório
Depois clique no botão (<-) do seu navegador pra voltar ao Bolodório
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Cemiterada
Foi no século 4 que surgiu o costume de se enterrar as pessoas nas igrejas ou em volta delas. Os historiadores nos dizem que essa prática coincidiu com o fortalecimento do cristianismo, cuja mensagem religiosa incutiu nos católicos não só a aceitação do pensamento de que a alma precisava ser salva do inferno, mas também a de que determinados procedimentos poderiam atenuar os pecados cometidos pelos fiéis, assegurando-lhes a felicidade eterna. Por isso mesmo, ao longo de sua existência, os homens e mulheres daquela época se preparavam para a morte não só observando criteriosamente determinados preceitos, mas também fazendo parte de alguma agremiação religiosa, como irmandades, confrarias ou ordens terceiras, que eram as maiores responsáveis pela organização dos enterros, porque o conhecimento de que seus despojos permaneceriam junto a um local sagrado, no caso a igreja, lhes trazia a certeza de que seus espíritos se manteriam sempre próximos a Deus. Essa cultura fúnebre chegou ao Brasil com os portugueses, e prevaleceu absoluta até início do século 19. Em 1801, o então Príncipe Regente de Portugal, D. João, determinou através de Ordem Régia que os cemitérios fossem construídos em terrenos fora das áreas urbanas, mas essa imposição não foi obedecida nem na metrópole, nem na colônia. Por sinal, esse mesmo procedimento visando o afastamento dos mortos para longe das cidades, já vinha sendo tentado na Europa desde final do século 17, mas sem resultado positivo. Vinte e sete anos depois, em 1º de outubro de 1828, o Governo Imperial brasileiro decidiu aplicar no país a determinação da regência portuguesa, delegando às câmaras municipais o poder de construir e administrar cemitérios públicos, e também o de escolher as áreas exclusivamente reservadas ao sepultamento dos mortos, independentemente da jurisdição das igrejas. E a primeira a fazê-lo foi a de Salvador, na Bahia, que através de lei municipal concedeu o monopólio dos enterros a uma companhia particular. A população, no entanto, revoltou-se com essa decisão, pois entendeu que a aplicação da medida, além de contrariar sua crença e interesses pessoais, também beneficiaria os empresários em prejuízo das agremiações religiosas, provocando-lhes a ruína. Então, segundo os registros, no dia 25 de outubro uma multidão formada “por mais de mil pessoas”, saiu em passeata do centro da cidade em direção ao campo santo, levando consigo “machados, alavancas e outros ferros”. Eles eram adeptos das irmandades religiosas e simpatizantes de sua causa, que aos gritos de “morra o cemitério” se deixaram dominar por fúria incontrolada e assim derrubaram a maior parte do muro dianteiro do cemitério recém-inaugurado, demoliram quase toda a capela ali construída, e destruíram tudo mais que encontraram pela frente. A ocorrência de Salvador repercutiu intensamente em outras províncias, principalmente nas do Rio de Janeiro, Pernambuco e São Paulo, onde movimentos semelhantes, porém de menor intensidade, também foram registrados. O resultado do inconformismo popular foi que a reforma cemiterial decretada pelo imperador acabou perdendo o impulso inicial, desacelerou-se, até cair no esquecimento das autoridades, por um longo tempo. Mas como o sepultamento dos mortos sempre figurou entre as atribuições das Santas Casas, por se tratar de uma das 14 obras de misericórdia, a Santa Casa da Misericórdia de Salvador, adquiriu o Campo Santo em 1840, dando início, no ano seguinte, às obras de reconstrução. Anteriormente, essa instituição destinara à inumação o espaço onde hoje se situa a sua sede, na rua da Misericórdia, mas fazendo sepultamentos também “em outro pequeno cemitério situado no Campo da Pólvora, para onde iam os corpos dos escravos, mortos no hospital e pessoas carentes” . Segundo registros da Santa Casa de Misericórdia da Bahia, fundada em 1549, “devido à carência de recursos, foi somente em 1870 que se iniciou a construção da atual capela, projetada pelo arquiteto Carlos Croezy. Erguida em estilo gótico, e inaugurada em 6 de junho de 1874, a capela constitui-se no ponto de destaque do acervo arquitetônico do Campo Santo”. | |
|
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
O caçador de ursos
Depois de vários dias à espreita, o caçador avistou um urso grande, mirou e abateu o animal. Ele estava pulando de alegria, quando sentiu um tapinha no ombro. Era um urso maior ainda, sacudindo a cabeça em sinal de desaprovação.
"Você não deveria ter feito isso", disse o urso. "Você matou um dos meus semelhantes, agora vai pagar por isto. Você prefere morrer ou ser estuprado?"
Diante das circunstâncias, o caçador escolheu a segunda alternativa, abaixou as calças e entregou-se à fúria do animal.
O caçador sobreviveu, e jurou vingança. Um ano depois, voltou ao Alasca com o firme propósito de matar o urso que o violentara. Ele avistou o animal, mirou e o abateu com um único tiro. Logo sentiu um tapinha nas costas. Era outro urso, maior do que aquele em que ele havia atirado. O urso disse:
"Você matou um dos meus semelhantes e vai ter de pagar por isso! Você prefere morrer ou ser estuprado por mim?"
"Você não deveria ter feito isso", disse o urso. "Você matou um dos meus semelhantes, agora vai pagar por isto. Você prefere morrer ou ser estuprado?"
Diante das circunstâncias, o caçador escolheu a segunda alternativa, abaixou as calças e entregou-se à fúria do animal.
O caçador sobreviveu, e jurou vingança. Um ano depois, voltou ao Alasca com o firme propósito de matar o urso que o violentara. Ele avistou o animal, mirou e o abateu com um único tiro. Logo sentiu um tapinha nas costas. Era outro urso, maior do que aquele em que ele havia atirado. O urso disse:
"Você matou um dos meus semelhantes e vai ter de pagar por isso! Você prefere morrer ou ser estuprado por mim?"
O caçador não podia acreditar. A história se repetia! Ele abaixou as calças e, jurando novamente vingança, entregou-se ao vigor daquele animal monstruoso.
No ano seguinte, sedento por uma desforra, o caçador voltou ao Alasca. Avistou o urso que o humilhara, mirou, abateu o animal com um tiro certeiro. Nem bem respirou aliviado, sentiu um tapinha nas costas. Era um urso descomunal, que disse:
No ano seguinte, sedento por uma desforra, o caçador voltou ao Alasca. Avistou o urso que o humilhara, mirou, abateu o animal com um tiro certeiro. Nem bem respirou aliviado, sentiu um tapinha nas costas. Era um urso descomunal, que disse:
"Fala a verdade mano: tu não vem aqui pra caçar, vem?"
Agradecimentos a Augusto.
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Para onde vão os dólares
Consta que em junho de 2008 - quando o governo de Bush Jr estudava medidas de ajuda à economia estadunidense - Marc Faber, Analista de Investimentos e empresário, teria comentado:
"
O Governo Federal está concedendo a cada um de nós uma bolsa de 600 dólares. Se gastarmos esse dinheiro no supermercado Walt-Mart, esse dinheiro vai para a China. Se gastarmos com gasolina, vai para os árabes. Se comprarmos um computador, vai para a Índia. Se comprarmos frutas e vegetais, irá para o México , Honduras e Guatemala. Se comprarmos um bom carro, irá para a Alemanha ou Japão. Se comprarmos bugigangas, irá para Taiwan. E nenhum centavo desse dinheiro ajudará a economia americana. O único meio de manter esse dinheiro na América é gastá-lo com prostitutas e cerveja, considerando que são os únicos bens ainda produzidos por aqui. Estou fazendo a minha parte.
"
Consta ainda que um brasileiro igualmente bem-humorado teria respondido:
"
Realmente a situação dos americanos parece cada vez pior. Lamento informar que, depois desse seu e-mail, a Budweiser foi comprada pela brasileira AmBev, portanto, restaram apenas as prostitutas. Porém, se elas (as prostitutas) repassarem parte da verba para seus filhos, o dinheiro virá para Brasília, onde existe a maior concentração de filhos da puta do mundo.
"
Agradecimentos a Artur.
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Alto do Coqueirinho?!?
Agradecimentos a David (e Arthur).
O caso da geladeira BRASTEMP
Agradecimentos a Mário P.
Palavras-chave:
consumo,
educação,
imagens,
política,
preconceito
sábado, 5 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Papel ou tablets?
"Se alguém quer matar-me de amor, que me mate no Estácio". Linda música! Ali o compositor Luiz Melodia referia-se ao bairro Estácio de Sá. Hoje uma querida amiga bibliotecária me enviou uma notícia referente à Universidade Estácio de Sá:
Universidade brasileira quer substituir livros e xerox por tablets gratuitos
Várias universidades no exterior estão experimentando o iPad como substituto dos caros e volumosos livros-texto, e para ampliar o ensino com conteúdo multimídia. A Universidade Estácio quer fazer algo semelhante no Brasil: a partir de agosto, cinco mil estudantes receberão tablets rodando Android com o material didático do curso, e eles não terão que pagar a mais por isso. Não é pra jogar Angry Birds na aula, hein!
O tablet vai acessar a rede Wi-Fi da faculdade, mas terá suporte a 3G, e operadoras já estão preparando pacotes de dados para os alunos. Com o tablet, será possível ter acesso ao material didático do curso, além da biblioteca virtual da universiade e de toda a intenet – com Flash, vale ressaltar. Segundo Pedro Graça, diretor de mercado da Estácio, o tablet será um modelo ainda não lançado no Brasil, “com boa capacidade para Flash e vídeo, já que nosso material pedagógico é multimídia e interativo”.
Primeiro serão os cinco mil calouros de Direito no RJ e ES a receber os tablets; até 2016, a ideia é distribuir tablets para todos os alunos, substituindo de vez o material didático em papel – enviado todo semestre aos estudantes via correio – pela versão digital. O tablet deve custar à universidade de US$350 a US$450, mas a promessa é que os estudantes não vão pagar a mais por isso – e ainda poderão ficar com o aparelho ao final do curso.
Mas e se o tablet for roubado? O Pedro da Estácio explica que o tablet precisa se conectar de tempos em tempos à rede da Estácio, senão para de funcionar – isso deve ajudar a evitar roubos. Se o aluno perder ou quebrar o tablet, no entanto, terá que pagar por um novo, a preço de custo.
O projeto com certeza é bem-vindo, não só por implementar tecnologia na sala de aula, como por promover economia de papel – 6 milhões de folhas de papel só no primeiro ano. Mas eles terão que enfrentar alguns problemas: ler continuamente num tablet pode cansar a vista; fazer anotações em tablets é menos prático que no papel; tablets têm mil coisas (música, jogos, vídeos) para distrair a atenção; e até mesmo coisas pequenas, como usar a mesma fonte em todo o material, podem prejudicar a retenção de informações.
Os tablets começarão a ser distribuídos a partir de agosto, então logo teremos uma ideia de como os tablets se encaixam, em larga escala, numa universidade brasileira.
Pensei que minha amiga fosse ter um infarto, pois tem verdadeiro amor por publicações em papel. Mas ela afirmou que gostou muito da inovação, porque detesta "quando querem fotocopiar livros".
Agradecimentos a RitA.
O padre e Bastiana
Ouricuri, Pernambuco. O padre ia pela rua quando cruzou com Bastiana, esposa de Zé do Leite. Ele disse:
- Bom dia. Por acaso você não é Bastiana, a quem casei já há dois anos na minha antiga diocese, em Bodocó?
Ela respondeu:
- Sim, padre, sou eu mesma!
O sacerdote perguntou:
- Eu não lembro de ter batizado qualquer filho seu. Não teve nenhum?
Ela respondeu:
- Não, padre, ainda não.
O padre disse:
- Bem, na próxima semana viajo para Roma. Se você quiser, acendo lá uma vela por você e por seu marido, para que recebam a benção de poder ter filhos.
Ela respondeu:
- Padre, muito obrigada, nós vamos ficar muito agradecidos!
Alguns anos mais tarde os dois encontraram-se novamente. O sacerdote, já ancião, disse:
- Bom dia Bastiana. Como está agora? Já teve filhos?
Ela respondeu:
- Sim, padre. Tive 3 pares de gêmeos e mais 4. No total são 10. E indo pro décimo primeiro!
Disse o padre:
- Bendito seja o Senhor! Que maravilha! E onde está o seu marido?
- Ele está a caminho de Roma, vai ver se apaga a porra da vela!
- Bom dia. Por acaso você não é Bastiana, a quem casei já há dois anos na minha antiga diocese, em Bodocó?
Ela respondeu:
- Sim, padre, sou eu mesma!
O sacerdote perguntou:
- Eu não lembro de ter batizado qualquer filho seu. Não teve nenhum?
Ela respondeu:
- Não, padre, ainda não.
O padre disse:
- Bem, na próxima semana viajo para Roma. Se você quiser, acendo lá uma vela por você e por seu marido, para que recebam a benção de poder ter filhos.
Ela respondeu:
- Padre, muito obrigada, nós vamos ficar muito agradecidos!
Alguns anos mais tarde os dois encontraram-se novamente. O sacerdote, já ancião, disse:
- Bom dia Bastiana. Como está agora? Já teve filhos?
Ela respondeu:
- Sim, padre. Tive 3 pares de gêmeos e mais 4. No total são 10. E indo pro décimo primeiro!
Disse o padre:
- Bendito seja o Senhor! Que maravilha! E onde está o seu marido?
- Ele está a caminho de Roma, vai ver se apaga a porra da vela!
Agradecimentos a Luciano.
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Análise sintática
Filho da puta é adjunto adnominal (ou paronomástico), se for "conheci um juiz filho da puta". Se for "o juiz é um filho da puta", daí é predicativo.
Agora, se for "esse filho da puta é um juiz", daí é sujeito.
Porém, se o cara aponta uma arma para a testa do juiz e diz:
"Agora nega a liminar, filho da puta!" - daí é vocativo.
Finalmente, se for: "O ex-juiz Nicolau dos Santos Neto, aquele filho da puta, desviou o dinheiro da obra pública tal" - daí é aposto.
Que língua, a nossa, não?
Agradecimentos a Rita.
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Mercado
A mulher e o amante estão na casa dela, o marido está trabalhando. O filho, nove anos, chega da escola mais cedo, vê os dois juntos, se esconde no armário do quarto pra espiar.
Inesperadamente, o marido chega em casa. A mulher esconde o amante no armário, sem perceber que o filho está lá.
Menino: Tá escuro aqui...
Amante: É... tá mesmo...
Amante: É... tá mesmo...
Menino: Eu tenho uma bola de beisebol.
Amante: Legal.
Menino: Quer comprar?
Amante: Não, obrigado.
Menino: Meu pai tá lá fora...
Amante: Quanto?
Menino: Duzentos reais.
Semanas depois, lá estão o garoto e o amante novamente presos no armário.
Menino: Tá escuro aqui...
Amante: É... tá mesmo...
Amante: É... tá mesmo...
Menino: Eu tenho uma luva de beisebol.
Amante: Quanto é?
Menino: Setecentos reais.
Amante: Feito!
Dias depois, o pai diz ao garoto:
- Pegue a sua luva e a sua bola, vamos lá fora pra eu te mostrar como é que se joga!
O menino responde:
-Não posso pai, eu vendi a luva e a bola.
O pai pergunta:
- Vendeu? Por quanto?
- Novecentos reais, responde o menino.
Horrorizado, o pai diz ao menino que aquilo não se faz, que não é certo explorar os amiguinhos dele, que a avareza é um pecado muito grave, etc. Muito católico, decide levar o filho à igreja, para que este se confesse.
Lá chegando, o pai conduz o menino ao confessionário, fecha a porta, e afasta-se.
O menino diz:
- Tá escuro aqui !
O padre responde:
- Nem vem! Hoje eu não vou comprar porra nenhuma!!!
Agradecimentos a Nuno.
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
Lei de Huck
Uma amiga me enviou o seguinte texto:
"
A exploração da tragédia: o caso Huck
Por O Escritor
A marota forma de ajuda de Luciano Huck
Sinceramente, não sei o que pensar sobre isso. Peço ajuda.
Luciano Huck é sócio do Peixe Urbano, um site de compras coletivas. Em dezembro último, o apresentador da Globo usou o Twitter para tentar bater o recorde de vendas de cupons no site:
"
O apresentador Luciano Huck – agora sócio do site de compras coletivas Peixe Urbano - usou pela primeira vez o Twitter para
impulsionar a venda de cupons de desconto – e quase conseguiu o que queria: superar o recorde de vendas do site.
"
http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/12/08/luciano-huck-ja-usa-o-twitter-para-vender-seu-peixe/
Ontem, ele postou esta mensagem no Twitter:
Luciano Huck
"
Quer ajudar, e muito, as vítimas da serra carioca [sic]. Via @PeixeUrbano, vc compra um cupom e a doação esta feita. http://pes.ca/gZ2Ibb
"
http://twitter.com/#!/huckluciano/status/26377814122962944
A compra dos cupons, segundo o site, reverterá em benefício de duas ONGs que estão ajudando as vítimas das enchentes. Parece bonito, mas não é.
Primeiro, é necessário ir ao site do negócio de Luciano. Depois, é preciso se cadastrar no site. E então comprar um ou mais cupons de R$10,00. Ganha Luciano porque divulga o seu negócio (mais de 7.000 RTs até agora), cadastra milhares de novos usuários em todo o Brasil, familiariza esses usuários com os procedimentos do site, incentiva o retorno e aumenta absurdamente o número de cupons vendidos – alavancando o Peixe Urbano comercial, financeira e mercadologicamente. Além do ganho de imagem por estar fazendo um serviço público (li vários elogios nos RTs).
Sabe-se lá como será contabilizado ou fiscalizado o total recebido como doação e repassado para as duas organizações parceiras. O usuário não tem nem terá acesso a esses dados internos.
Supondo que todo o montante arrecadado chegue às vítimas, se for mesmo o que estou entendendo, trata-se da mais sórdida exploração da desgraça alheia que já presenciei em toda a minha vida.
As pessoas que estão doando seu dinheiro, seus produtos, seu tempo, suas habilidades e sua atenção aos desabrigados e às vítimas não estão pedindo nada por isso, não estão ganhando nada com seu gesto de solidariedade, não estão usando essa tragédia para obter nenhuma forma de lucro pessoal. Fazem o bem porque são humanas, ficaram chocadas com as imagens e as informações, se sensibilizaram com o sofrimento alheio. Ajudam por solidariedade, empatia e até por desespero. E a maioria delas não tem quase nada na vida, em comparação com o apresentador da Globo.
De todas as iniciativas já divulgadas até o momento, só a de Luciano Huck visa primeiramente ao lucro pessoal, para depois,
secundariamente, resultar numa ajuda social.
Quando um tsunami matou 200 mil pessoas no sudeste da Ásia, em 2004, recebi um e-mail de um escritor inglês pouco conhecido, no qual se fazia a oferta: "Compre um dos meus livros, e eu doarei 30% do valor para as vítimas da tragédia". Saí da lista do explorador barato na hora, mas a favor dele contava o número reduzido de destinatários da mensagem.
Luciano Huck tem 2.600.000 seguidores no Twitter: é este o público-alvo do seu apelo interesseiro. Pode não bater o recorde de
cupons, desta vez, mas temo que tenha batido o recorde da safadeza. Aceito argumentos que me provem o equívoco dessa suspeita.
Depois dos R$ 24 milhões entregues pelo Estado à Fundação Roberto Marinho, dinheiro originalmente destinado à contenção de encostas e às obras de drenagem, mais esta. Turma da Globo, vocês pensam que estão apenas lucrando com as águas, mas na verdade podem estar brincando com fogo.
Anderson Venicio Santos
Tel. 8815-9195
Merecemos ISSO:
Igualdade, Sabedoria, Solidariedade e Oportunidade
"
Como sou incompetente pra avaliar certas questões, pedi ajuda a um amigo competente. Eis a opinião dele:
"
Acho que ele foi no mínimo descuidado, e provavelmente oportunista no sentido em inglês e português da palavra. Este tipo de ação caritativa deve ser feita em associação com uma ONG e de maneira constante, para dar credibilidade. E bem explicada. Ele não podia explicar direito por que era via Twitter, e a ação é pontual, o que cheira mesmo a oportunismo safado.
"
Assim, concluo que foi safadeza, e proponho rebatizar a "Lei de Gerson". Esta passará a chamar-se "Lei de Huck".
Favor divulgar a proposta.
"
A exploração da tragédia: o caso Huck
Por O Escritor
A marota forma de ajuda de Luciano Huck
Sinceramente, não sei o que pensar sobre isso. Peço ajuda.
Luciano Huck é sócio do Peixe Urbano, um site de compras coletivas. Em dezembro último, o apresentador da Globo usou o Twitter para tentar bater o recorde de vendas de cupons no site:
"
O apresentador Luciano Huck – agora sócio do site de compras coletivas Peixe Urbano - usou pela primeira vez o Twitter para
impulsionar a venda de cupons de desconto – e quase conseguiu o que queria: superar o recorde de vendas do site.
"
http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/12/08/luciano-huck-ja-usa-o-twitter-para-vender-seu-peixe/
Ontem, ele postou esta mensagem no Twitter:
Luciano Huck
"
Quer ajudar, e muito, as vítimas da serra carioca [sic]. Via @PeixeUrbano, vc compra um cupom e a doação esta feita. http://pes.ca/gZ2Ibb
"
http://twitter.com/#!/huckluciano/status/26377814122962944
A compra dos cupons, segundo o site, reverterá em benefício de duas ONGs que estão ajudando as vítimas das enchentes. Parece bonito, mas não é.
Primeiro, é necessário ir ao site do negócio de Luciano. Depois, é preciso se cadastrar no site. E então comprar um ou mais cupons de R$10,00. Ganha Luciano porque divulga o seu negócio (mais de 7.000 RTs até agora), cadastra milhares de novos usuários em todo o Brasil, familiariza esses usuários com os procedimentos do site, incentiva o retorno e aumenta absurdamente o número de cupons vendidos – alavancando o Peixe Urbano comercial, financeira e mercadologicamente. Além do ganho de imagem por estar fazendo um serviço público (li vários elogios nos RTs).
Sabe-se lá como será contabilizado ou fiscalizado o total recebido como doação e repassado para as duas organizações parceiras. O usuário não tem nem terá acesso a esses dados internos.
Supondo que todo o montante arrecadado chegue às vítimas, se for mesmo o que estou entendendo, trata-se da mais sórdida exploração da desgraça alheia que já presenciei em toda a minha vida.
As pessoas que estão doando seu dinheiro, seus produtos, seu tempo, suas habilidades e sua atenção aos desabrigados e às vítimas não estão pedindo nada por isso, não estão ganhando nada com seu gesto de solidariedade, não estão usando essa tragédia para obter nenhuma forma de lucro pessoal. Fazem o bem porque são humanas, ficaram chocadas com as imagens e as informações, se sensibilizaram com o sofrimento alheio. Ajudam por solidariedade, empatia e até por desespero. E a maioria delas não tem quase nada na vida, em comparação com o apresentador da Globo.
De todas as iniciativas já divulgadas até o momento, só a de Luciano Huck visa primeiramente ao lucro pessoal, para depois,
secundariamente, resultar numa ajuda social.
Quando um tsunami matou 200 mil pessoas no sudeste da Ásia, em 2004, recebi um e-mail de um escritor inglês pouco conhecido, no qual se fazia a oferta: "Compre um dos meus livros, e eu doarei 30% do valor para as vítimas da tragédia". Saí da lista do explorador barato na hora, mas a favor dele contava o número reduzido de destinatários da mensagem.
Luciano Huck tem 2.600.000 seguidores no Twitter: é este o público-alvo do seu apelo interesseiro. Pode não bater o recorde de
cupons, desta vez, mas temo que tenha batido o recorde da safadeza. Aceito argumentos que me provem o equívoco dessa suspeita.
Depois dos R$ 24 milhões entregues pelo Estado à Fundação Roberto Marinho, dinheiro originalmente destinado à contenção de encostas e às obras de drenagem, mais esta. Turma da Globo, vocês pensam que estão apenas lucrando com as águas, mas na verdade podem estar brincando com fogo.
Anderson Venicio Santos
Tel. 8815-9195
Merecemos ISSO:
Igualdade, Sabedoria, Solidariedade e Oportunidade
"
Como sou incompetente pra avaliar certas questões, pedi ajuda a um amigo competente. Eis a opinião dele:
"
Acho que ele foi no mínimo descuidado, e provavelmente oportunista no sentido em inglês e português da palavra. Este tipo de ação caritativa deve ser feita em associação com uma ONG e de maneira constante, para dar credibilidade. E bem explicada. Ele não podia explicar direito por que era via Twitter, e a ação é pontual, o que cheira mesmo a oportunismo safado.
"
Assim, concluo que foi safadeza, e proponho rebatizar a "Lei de Gerson". Esta passará a chamar-se "Lei de Huck".
Favor divulgar a proposta.
Agradecimentos a Gabriela e Guto
Palavras-chave:
citações,
consumo,
crônica,
educação,
tecnologia
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
Ergoturismo
ergoturismo
er.go.tu.ris.mo
(ergo+turismo) sm Turismo feito a pretexto de realizar algum trabalho.
er.go.tu.ris.mo
(ergo+turismo) sm Turismo feito a pretexto de realizar algum trabalho.
sábado, 15 de janeiro de 2011
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
O homem que sabia djavanês
Ruy Goiaba
Eu tinha chegado fazia pouco ao Rio de Janeiro e estava literalmente na miséria. Vivia fugindo de casa de pensão em casa de pensão, sem saber onde e como ganhar dinheiro. Até que um dia, lendo "O Globo", deparei com este anúncio: "Precisa-se de um professor de djavanês".
Eu tinha chegado fazia pouco ao Rio de Janeiro e estava literalmente na miséria. Vivia fugindo de casa de pensão em casa de pensão, sem saber onde e como ganhar dinheiro. Até que um dia, lendo "O Globo", deparei com este anúncio: "Precisa-se de um professor de djavanês".
A audição das músicas de DJ Avan sempre provocou em mim puro mal-estar físico. Mas, enfim, precisava de grana e decidi fazer o possível para vencê-lo.
Naquela semana, fui a todos os barzinhos com música ao vivo da cidade. Perdi a conta de quantas vezes escutei "e o meu jardim da vida ressecou, morreu" ou "amar é um deserto e seus temores". Foram sete dias de tortura; contudo, saí deles com o djavanês na ponta da língua. Em vez de mandar meu currículo, achei que conviria visitar o endereço indicado no anúncio.
Era um tríplex de cobertura, decorado com muito dinheiro e mau gosto ainda maior, num dos bairros mais caros do Rio. Apresentei-me como professor de djavanês e, após ser submetido a inquérito pelos empregados, fui levado à presença do patrão, o doutor Albernaz. Ele me recebeu com um sorriso visivelmente irônico. "Então o senhor é professor de djavanês, hein?"
"Sim, sou. Formado em djavanês e com mestrado em beregüê. Tive dez com louvor na minha tese sobre a influência de Carlinhos Brown na obra de James Joyce." A tese, obviamente, não existia, mas o doutor Albernaz pareceu acreditar na conversa. "Então, só o senhor pode me ajudar. Ouça isto, por favor" - e pôs nas minhas mãos uma coletânea do DJ Avan em CD. Ao notar minha cara de ponto de interrogação, ele contou sua história. "Pouco antes de morrer, meu pai me entregou esse CD e disse: 'Filho, tenho certeza de que DJ Avan canta coisas muito profundas, mas ouvi suas músicas durante anos e nunca consegui entender porra nenhuma. Só podem ser segredos iniciáticos transmitidos da maneira mais hermética possível. Descubra o significado e você obterá a chave da felicidade'."
O doutor Albernaz abriu o encarte do CD e me mostrou uma das letras:
"'Obi, obi, obá. Que nem zen, czar. Shalom Jerusalém, z'oiseau'. O que é isso?". Eu estava tenso com a pergunta do doutor Albernaz.
Tantas músicas do DJ Avan e o velho tinha de querer saber o que significava a letra de "Obi"? Desgraçado. Se ainda fosse aquela do "o amor que é azulzinho", mas era tarde. Ele tinha os olhos fixos em mim: queria respostas. Todo o sucesso da minha empreitada dependia de uma explicação convincente e imediata.
De repente, uma idéia. Começo: "Veja bem. 'Obi' é certamente uma referência a Obi-Wan Kenobi, o sábio de 'Guerra nas Estrelas' interpretado por sir Alec Guinness. 'Obá', por sua vez, remete a 'Djobi Djobá', sucesso dos Gipsy Kings. DJ Avan buscou contrastar o lado luminoso e britânico da força com os mistérios nômades da alma cigana. A mesma tensão dialética pode ser verificada no verso subseqüente, 'que nem zen, czar': a contemplação espiritual dos monges budistas e o poder absoluto dos czares. Perceba como tese e antítese se resolvem lindamente na síntese do verso seguinte: 'shalom Jerusalém' é a paz do espírito na divina cidade. É ela que faz a alma se elevar aos céus, como um pássaro ('z'oiseau')".
Os olhos do doutor Albernaz se arregalaram enquanto eu falava. Dois segundos depois de eu terminar, ele gritou: "Que maravilha! Sabia que havia algo de muito profundo nessa letra! O senhor é um gênio da hermenêutica, um mestre do djavanês!".
Passei a tarde inventando explicações para todas as outras letras do CD - Açaí guardiã..., Kremlin-Berlim-pra-não-dizer-Tel-Aviv..., índio cara-pálida cara de índio... Citei Joyce, Pound, Oswald, Glauber, Zé Celso, Hélio Oiticica e Odair Cabeça de Poeta: name-dropping é comigo mesmo.
Daí por diante, minha ascensão social estava garantida. Eu era o único intelectual do país capaz de traduzir a transcendência da linguagem de DJ Avan. Tinha prestígio acadêmico e subsídio do Ministério da Cultura; gostosíssimas estudantes de lingüística rasgavam as roupas e se atiravam aos meus pés. Mas troquei tudo por um violão, sandálias de couro cru e um penteado novo. Mudei até meu nome graças ao djavanês. Hoje me chamo Jorge Vercilo e sei que nada vai me fazer desistir do amor.
Agradecimentos a Solange
(Descobri quem é o autor em 19/10/2025)
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Assaltaram um presídio
Seis homens armados entraram no Instituto Penal Agrícola (IPA) de São José do Rio Preto e roubaram R$ 180 mil. O dinheiro serviria para pagar os salários dos cerca de mil presos que cumprem pena em regime semiaberto no IPA, trabalhando na unidade prisional. Um agente ficou ferido.
Era com esse dinheiro que muitos deles contavam para pagar passagens de ônibus e visitar seus parentes e comprar presentes de Natal para seus filhos. O malote com o dinheiro do chamado pecúlio dos presos foi levado pelos assaltantes. Os criminosos entraram no IPA e dominaram os agentes prisionais que estavam na portaria - eram 15 agentes de segurança penitenciária e outros dez funcionários e diretores do lugar.
Os presos do semiaberto estavam recebendo o pagamento quando o bando chegou. Os criminosos dominaram o motorista de uma van que ia transportar os detentos do presídio para a rodoviária para fugir - ela foi abandonada depois. Os ladrões feriram um agente, que foi levado à Santa Casa da cidade, medicado e liberado.
http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20101224/not_imp657621,0.php
Agradecimentos a Augusto
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
A mesma camisola
Depois de 25 anos de casamento, a mulher decidiu despertar o interesse do marido e então vestiu a mesma camisola que usou na noite de núpcias.
- Amooooor... - sussurrou ela com voz lânguida - você lembra dessa camisola?
O marido tirou o olho do jornal e disse:
- Lembro. É a camisola que você usou na nossa lua de mel. Por quê?
- Você lembra do que você me disse naquela noite, quando me viu com esta camisola?
- Lembro. Eu disse: "Você está maravilhosa nessa camisola, Clarice! Quero transar com você até te deixar acabada!"
- Você lembra do que você me disse naquela noite, quando me viu com esta camisola?
- Lembro. Eu disse: "Você está maravilhosa nessa camisola, Clarice! Quero transar com você até te deixar acabada!"
- E agora, depois de tantos anos, o que você me diz?
O marido olhou a esposa de alto a baixo e disse:
- Missão cumprida.
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
O mineirinho num boteco original
O mineirinho entra num boteco e vê anunciado acima do balcão:
Ele dá uma conferida na carteira pra não passar vergonha, vai até o balcão e fala pra uma das garotas que trabalha no bar:
- Ô moça, faiz favor!
- Sim? - responde ela com um sorriso lindo - Em que posso ajudar?
- Ocê acaricia os órgão sexuar dos freguêis?
- Acaricio sim... - responde ela, com voz quente e olhar sensual.
- Então, ocê lava bem as mão e me trais um pão de queijo!
- Pinga _________________ R$ 1,00
- Cerveja _______________ R$ 2,50
- Pão de queijo ___________ R$ 2,00
- Sanduíche de galinha _____ R$ 3,00
- Acariciar órgão sexual ____ R$ 5,00
Ele dá uma conferida na carteira pra não passar vergonha, vai até o balcão e fala pra uma das garotas que trabalha no bar:
- Ô moça, faiz favor!
- Sim? - responde ela com um sorriso lindo - Em que posso ajudar?
- Ocê acaricia os órgão sexuar dos freguêis?
- Acaricio sim... - responde ela, com voz quente e olhar sensual.
- Então, ocê lava bem as mão e me trais um pão de queijo!
Agradecimentos a Augusto
sábado, 1 de janeiro de 2011
Vocações
Enquanto os franceses elocubram a respeito da vida e do mundo, os estadunidenses criam novas formas de ganhar dinheiro e poder.
Assinar:
Postagens (Atom)







